quarta-feira, 16 de maio de 2007
domingo, 13 de maio de 2007
ASSIM NÃO!
Os Gatos Fedorentos no seu programa de hoje desrespeitaram todo e qualquer sentimento mais profundo gozando com a imagem de Nossa Senhora de Fátima e os cantos religiosos. A Fé deve ser respeitada, mesmo por aqueles que não a pratiquem nem acreditem.
O mínimo que deveremos sentir é Respeito. Respeitar a dor dos que sofrem é um Dom dos que sabem amar o seu semelhante.
Por muito menos a RTP acabou com um programa do Herman José.
sábado, 12 de maio de 2007
Onde está Madeleine?
Esta frase nada tem de inocente, há infelizmente muitos motivos bárbaros para o desaparecimentos de crianças aqui no nosso País e no resto do mundo.
Este mundo cão, que de nada tem de bom nem de inocente, reveste-se de podridão e de dor, de sofrimento e de amargura.
Não se consegue encontrar uma explicação para o motivo porque levaram estas crianças para longe de quem os ama.
Iindigna e provoca uma amargura sem fim. Não há respostas para este sumiço que ninguém explica, ninguém responde, são peças de um puzzle que não se encaixam.
As horas e os dias vão passando e estas crianças que parece que desaparecem levadas pela brisa de um mau vento, continuam caladas, escondidas por alguém que só deseja o seu mal. O seu sofrimento. A dor. E o desespero de quem os ama.
Hoje a Madeleine faz 4 anos! 4 anos de pureza e inocência.
Reza-se e chora-se o seu desaparecimento. A revolta, a preocupação e a indignação comunga em todos os corações.
Portugal chora o desaparecimento destas crianças.
Onde está a Madeleine?
Onde está o Rui Pedro?
O Rui Pereira?
O Tiago?
O que aconteceu à Joana?
O que acontece a tantas crianças que como um passo de mágica desaparecem sem deixar rasto?
Em Portugal, segundo estatísticas de 2002, desaparecem cerca de 700 crianças por ano. Algumas, felizmente, são encontradas. E as outras, onde estão?
Porquê??
sexta-feira, 11 de maio de 2007
A Vida!
A vida é feita de bons
E maus momentos.
É como uma manta de retalhos
Em que pedaços de nós próprios
Se vão entrelaçando
E criando um conjunto de telas
em que pintamos o belo e o horrível!
Sentimos a alma despedaçada pelo sofrimento,
Sem conseguirmos conter as lágrimas,
vamos deambulando por corredores
Desconhecidos, vazios,
Com esta pungente dor no peito.
E o“Não aguento mais”!
A querer sair da boca.
Tantas e tantas vezes calado.
Só no silêncio do nosso quarto
Quando a noite nos envolve
E a escuridão nos acompanha,
Solidão amiga desses momentos,
Conseguimos finalmente
Soltar o grito da descompressão.
Só nós e a dor!
E aí as lágrimas correm livremente
Sem amarras,
Como um navio ancorado no cais.
- Não aguento mais, repetimos!
Mas nem imaginamos
O quanto ainda podemos aguentar.
Aguentamos a dor da perda
Da espera
Da escolha
Da procura
Do sofrimento
Do desespero.
Da desilusão
Aguentamos as fraquezas
As vitórias.
Descemos degraus
Subimos escadas
E de repente..
Tudo está bem à nossa volta!
Os maus momentos passaram finalmente
Já tudo pertence ao passado
Finalmente podemos descontrair.
Tenho de parar! Dizem-me.
Paramos porque sabemos que tudo está bem
E já não aguentamos mais.
Já nada nem ninguém precisa de nós
Olho à minha volta
Tudo está bem, confirmo!
E senti o meu dever cumprido
E paro!
Fecho os olhos.
Cansada
Sinto-me de mãos vazias
Mas de alma plena
Estendo os meus braços
Há procura de ajuda
Mas tudo está bem à minha volta
Preciso descansar!
Fecho os olhos
E durmo finalmente
Franky
sábado, 5 de maio de 2007
Para o Rui
Podemos não ter o Sol nem a Lua, nem ter realizado todos os sonhos que ainda meninos sonhámos. A vida foi-te muitas vezes madrasta, negou-te muitas vezes tudo a que tinhas direito, baralhaste os dados e por vezes bebeste o fel em taça de vidro quebrado.
Lutaste e venceste, perdeste e voltaste a vencer, a tua vida tem sido de lutas e vitórias. Pensaste sempre mais em nós que em ti. Mas sempre de cabeça erguida, sem uma queixa e nunca te faltou a vontade de viver.
Agora meu amigo tens de lutar só por ti, pela tua própria vida.
Que a força não te abandone Rui.
Não és um homem crente, não acreditas em Deus e por vezes até nem nos homens, mas é hora de parar e de pensar. Refletir e lutar.
És dos homens mais forte que conheço e fazes muita falta, amigo. Por isso luta porque nós estamos aqui à tua espera. Todos.
Lembras-te desta música e desta força de mulher que tu tanto gostavas? É só para ti!
Força!
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Estou de volta!
OlharesSó quem passa por certas situações como é o caso de perda da visão ou qualquer outro problema relacionado com a visão poderá compreender quanto é escura a perspectiva de viver ou melhor conviver com a hipóteses de perder um dos mais importantes bens que a vida nos oferece. A vida torna-se pequenina sem objectivos. Perguntamos constantemente, vale a pena viver?
Sabemos que teremos de depender física e monetariamente dos outros.
Sabemos que o simples facto de querer ir…, de querer ver…, de querer ser…, nos limita até ao mais pequeno pormenor. Ver o mar, ou a chuva, o nosso próprio rosto, o sorriso de quem de longe nos acena, é um drama que se torna o nosso dia a dia. Passamos a depender da vontade dos outros. É como uma espécie de amarras que nos prendem a uma prisão de vontades.
Revolta, muita revolta o que se sente nestes momentos tão difíceis na vida de quem perde ou está em perigo de perder a visão.







